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Remoção de lesões cutâneas — eletrocoagulação (corrente HF) — tratamento em J'adore Instytut

Remoção de lesões cutâneas — eletrocoagulação (corrente HF)

Rubis, verrugas, fibromas, xantelasmas — removidos de forma pontual, após avaliação dermatoscópica prévia. Primeiro o diagnóstico, depois o procedimento.

Remoção de lesões cutâneas — eletrocoagulação (corrente HF) — tratamento em J'adore InstytutTratamento no gabinete J'adore

LASERTERAPIA / HIGH-TECH / REMOÇÃO

Pequenas alterações cutâneas
após avaliação do especialista

Um pequeno «rubi» vermelho no decote, que apareceu há alguns anos e cresce lentamente. Uma verruga castanha no pescoço, que não se consegue esconder.

Um fibroma mole que roça na gola. Xantelasmas amarelados nas pálpebras, que dão à face um ar de cansaço. São lesões benignas — mas conseguem irritar e retirar à pele a sua suavidade. A remoção de lesões cutâneas em J'adore Instytut não é «queimar sinais a olho» — é um procedimento médico precedido de avaliação dermatoscópica. Cada lesão é primeiro observada pelo médico / dermatologista (após dermatoscopia): só quando há a certeza de que a lesão é inofensiva é que decidimos a sua remoção e escolhemos o método — na maioria dos casos eletrocoagulação (corrente de alta frequência), por vezes Plasma IQ ou laser. Abaixo encontra tudo o que vale a pena saber antes de marcar a consulta.

na maioria dos casos 1 procedimento por lesão (maiores ou numerosas — por vezes repetição)

Marcar consulta
Tempo
breve — de alguns segundos por lesão
Resultado
a lesão removida não volta a crescer no mesmo local
Regeneração
pequena crosta, que cai espontaneamente em alguns dias
Série
na maioria dos casos 1 procedimento por lesão (maiores ou numerosas — por vezes repetição)
Realiza
médico ou cosmetologa experiente (após avaliação da lesão)

Como atua

Como funciona, na prática

A maioria das pequenas lesões é removida por eletrocoagulação — ou seja, corrente de alta frequência (HF). Um elétrodo fino (agulha) toca na lesão; a corrente passa pelo tecido e provoca o seu aquecimento local e a coagulação, isto é, um «corte» controlado das proteínas. A lesão é destruída de forma pontual e a pele em redor permanece intacta. A ação é superficial e precisa: uma lesão são literalmente alguns segundos de trabalho.

Após o procedimento forma-se, no local da lesão, uma pequena crosta — é uma reação normal e esperada. A crosta cai espontaneamente ao longo de alguns dias, revelando a pele em cicatrização. Não a raspe — é ela que protege a cicatrização e determina se ficará ou não marca.

Em algumas lesões, o médico escolherá outra tecnologia: Plasma IQ (arco de plasma, que evapora a epiderme sem contacto e ainda tensifica a pele — por exemplo, em pele das pálpebras flácida) ou laser Nd:YAG. É ainda a mesma lógica: pontual, superficial, respeitando o tecido saudável. A escolha do método é decidida pelo médico na consulta.

Três níveis da pele em corte: epiderme à superfície, por baixo a derme superior, e, na profundidade, a parte mais profunda da derme. Um elétrodo fino atua de forma pontual na lesão, sem afetar a pele em redor. A extensão do trabalho é definida pela especialista após avaliação da lesão.
  1. Epidermecamada evaporada no ponto de contacto
  2. Derme superiornível em que começa a contração
  3. Derme mais profundamais fundo do que alcança a ação pontual

Que lesões removemos

E no que não tocamos

Removemos exclusivamente lesões benignas, confirmadas na dermatoscopia. Na maioria dos casos são:

  1. Rubis (angiomas cereja)pequenos «pontos» vermelhos, na maioria dos casos no decote, tronco e pescoço. Com a idade, surgem naturalmente mais.
  2. Verrugas seborreicaslesões castanhas, ligeiramente salientes, de superfície rugosa, frequentemente na face e no tronco.
  3. Fibromas (fibromas moles)excrescências moles «em pedúnculo», tipicamente no pescoço, nas axilas e nas virilhas.
  4. Xantelasmasdepósitos amarelados na zona das pálpebras, que dão aos olhos um aspeto cansado.
  5. Pequenos sinais / outras lesões benignasexclusivamente após verificação dermatoscópica inequívoca.
  6. Pele das pálpebras flácida / pequenas lesões superficiaisquando a melhor ferramenta é Plasma IQ.
Sinal de alerta: a lesão que muda

Um sinal que cresce, escurece, tem bordos irregulares ou cor não uniforme, provoca comichão, sangra ou cicatriza e volta — não é material para remoção «por beleza». Uma lesão assim não é removida por métodos estéticos — encaminhamos para diagnóstico aprofundado e eventual remoção cirúrgica com exame histopatológico. A dermatoscopia existe precisamente para não deixar passar isso.

Dermatoscopia

Porque nunca removemos «a olho»

É o cerne da segurança neste procedimento. Cada lesão é primeiro observada pelo médico ao dermatoscópio — é um exame não invasivo, no qual a lesão é ampliada e iluminada de modo a revelar a sua estrutura, inacessível a olho nu. Só quando o médico tem a certeza de que a lesão é benigna é que decidimos a remoção e o modo de a fazer.

Porque é isto tão importante? Porque os métodos estéticos (eletrocoagulação, plasma, laser) destroem a lesão termicamente — não sobra dela material para exame ao microscópio. Se, portanto, existir a mínima dúvida de que a lesão é realmente inofensiva, a remoção estética é inadequada — essa lesão deve ser encaminhada para remoção cirúrgica com histopatologia.

Do consultório de dermatologia

O pedido mais frequente: «queime-me isto, é só um sinal feio». Compreendo — mas é precisamente por isso que pego primeiro no dermatoscópio. Em 95% dos casos é, de facto, uma lesão inofensiva e removemo-la de imediato. Esses restantes poucos por cento são a razão pela qual este passo é inegociável.

Zona feminina e zona masculina

O que difere

Para ela

Zonas femininas — onde as lesões cutâneas aparecem com mais frequência

Nas mulheres, trata-se sobretudo de estética das zonas expostas e do rosto — decote, pescoço, zona dos olhos. As alterações são por vezes pequenas, mas visíveis nas fotografias e no decote de um vestido. Objetivo: pele limpa e lisa, sem marca do procedimento. É a clássica remoção de alterações cutâneas em mulheres.

Com o que trabalhamos

  1. rubis no decote e no pescoço — o motivo de consulta mais frequente;
  2. xantelasmas nas pálpebras — zona delicada e "cosmética";
  3. verrugas seborreicas no rosto e fibromas pequenos no pescoço;
  4. em caso de pele das pálpebras flácida — consideração de Plasma IQ em vez de apenas remoção.
Para ele

Homens e remoção de lesões cutâneas — sem cerimónias desnecessárias

Nos homens predominam as alterações no pescoço, costas, tronco e braços — rubis, verrugas, fibromas que roçam na gola ou na mochila. O que conta é a rapidez e a discrição: uma consulta, uma crosta pequena, regresso à rotina. É a remoção de alterações cutâneas em homens.

Com o que trabalhamos

  1. rubis e verrugas no tronco, costas, braços;
  2. fibromas nas axilas e no pescoço (atrito, desconforto);
  3. alterações isoladas no rosto — rapidamente e sem marca;
  4. zero tempo de paragem para alterações pequenas — volta ao trabalho no mesmo dia.

Curiosidade: os "rubis" vermelhos (angiomas cereja) não têm nada a ver com a alimentação nem com "mau fígado", como dizem os mitos da internet — são pequenos crescimentos benignos de vasos, que simplesmente aumentam com a idade. O que é removido não volta, mas podem surgir novos noutros locais. É normal.

Segurança

O que realmente determina o resultado

Na remoção de alterações cutâneas, o resultado e a segurança dependem de três coisas, que vale a pena questionar em qualquer clínica:

  1. Se houve dermatoscopia

    É a pergunta número um. Na J'adore não removemos nenhuma alteração sem avaliação dermatoscópica prévia pelo médico. Remover "na hora, a olho" é o risco de deixar passar uma alteração que deveria ir para diagnóstico.

  2. Quem qualifica e quem executa

    A qualificação da alteração — sobretudo pigmentada — cabe ao médico / dermatologista após dermatoscopia: é ele que avalia se a alteração pode sequer ser removida por estética e por que método. A remoção em si é realizada pelo médico ou por um cosmetologista (médico) experiente, já após qualificação positiva. Não é uma decisão "de bastidores".

  3. Como é a cicatrização e a proteção posterior

    Uma crosta pequena, a proibição de a raspar e SPF 50+ obrigatório não são extras cosméticos, mas sim o que determina se no local da alteração fica uma marca ou hiperpigmentação.

Regra de ouro J'adore · Diagnóstico antes da estética. Primeiro respondemos à pergunta "esta alteração pode sequer ser removida numa clínica de cosmetologia e estética?", e só depois — "como removê-la da forma mais bonita". Nunca ao contrário.

LASERTERAPIA / HIGH-TECH / REMOÇÃO

Como decorre a consulta

  1. Consulta e dermatoscopiao médico observa a alteração ao dermatoscópio, avalia a sua natureza e qualifica-a (ou não) para remoção estética. Se algo suscitar dúvidas — encaminhamos para diagnóstico em vez de remover.
  2. Escolha do métodoeletrocoagulação (a maioria das alterações pequenas), Plasma IQ ou laser, consoante o tipo e a localização da alteração.
  3. Preparação da peledesinfeção e, se necessário, creme anestésico aplicado com antecedência. A pele deve estar limpa, sem maquilhagem.
  4. Procedimentoremoção pontual da alteração; uma única picada/ardor dura uma fração de segundo. Várias alterações pequenas são questão de minutos.
  5. Recomendações e saídainstruções de cuidado da crosta, SPF e controlo. Em alterações pequenas, volta à rotina de imediato.

Contraindicações e quando adiar o procedimento

Contraindicações e quando adiar o procedimento

Algumas contraindicações são permanentes, outras temporárias — nesse caso, o procedimento é simplesmente adiado. A qualificação final é sempre realizada pelo médico após dermatoscopia.

Não realizamos
  • Lesão não verificada ou suspeita — o mais importante: qualquer lesão pigmentada ou que suscite dúvidas NÃO é removida por motivos estéticos; exige diagnóstico e eventual remoção cirúrgica com histopatologia.
  • Gravidez e amamentação
  • Pacemaker — relevante sobretudo na eletrocoagulação.
  • Herpes ativo (Herpes) — especialmente na zona dos lábios e dos olhos, mesmo fora do local do procedimento; adiamos até à cicatrização e, em caso de recidivas, o médico pode recomendar profilaxia antiviral.
  • Estado inflamatório ativo ou infeção cutânea — na zona do procedimento, bem como febre / infeção geral — aguardamos até à recuperação.
  • Alterações da coagulação e medicamentos anticoagulantes — , diabetes descompensada, doença oncológica ativa — exigem avaliação médica.
  • Tendência para cicatrizes queloide — influencia a decisão sobre o método e a zona.
  • Bronzeado recente / medicamentos fotossensibilizantes / isotretinoína (Roaccutane) — nos métodos laser, mantemos um intervalo e evitamos o sol direto (risco de hiperpigmentação).

Do consultório de dermatologia

Repito frequentemente uma coisa: «se a lesão está a mudar, não é o momento de a remover por estética — é o momento de a diagnosticar». A estética pode esperar. A segurança, não.

Esta não é a lista completa — os seus medicamentos, doenças, tendência para cicatrizes queloide e procedimentos anteriores serão analisados individualmente na consulta.

O que esperar

Sem surpresas

O mais importante: no local da alteração aparecerá uma crosta pequena — e isso é bom. É uma etapa natural da cicatrização. A crosta protege a pele por baixo e cai por si. Quanto menos a mexer, mais limpa fica a pele.

  1. Faza 1.de imediatoalteração removida; surge uma crosta pequena ou vermelhidão
  2. Faza 2.primeiros diascicatrização sob a crosta; protege o local e não a raspa
  3. Faza 3.alguns diasa crosta cai por si, revelando pele rosada em cicatrização
  4. Faza 4.semanas seguinteso tom uniformiza-se — é fundamental SPF 50+ contra hiperpigmentação
O erro mais frequente após o procedimento é raspar a crosta "porque é feia". É precisamente aí que fica a marca. A crosta é um penso que a sua pele fez sozinha — deixe-a cair por si, e na maioria dos casos não fica nada no local da alteração.
Do consultório médico

O que é normal logo após o procedimento

  • ligeira vermelhidão e pequeno edema em torno do local do procedimento;
  • uma pequena crosta ou alteração da cor da lesão — é uma reação normal, não uma complicação;
  • sensação de ligeiro ardor ou calor por um breve momento após o procedimento.

Na Plasma IQ nas pálpebras, a cicatrização é mais visível — o edema e pequenos "pontos" podem manter-se alguns a vários dias. É um método com um tempo de paragem social percetível, do qual avisamos na consulta, para que possa planear a consulta com antecedência.

Portefólio

Fotografias do instituto

Documentação do trabalho dos nossos gabinetes — o lugar onde publicamos imagens dos tratamentos e, após as sessões, os resultados.

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Documentação de resultados — em preparação. Publicamos fotografias de clientes apenas com o seu consentimento.

Remoção de alterações e o seu estilo de vida

O que e quando é possível

As perguntas mais frequentes não dizem respeito ao procedimento em si, mas à cicatrização: banho, piscina, maquilhagem, sol, desporto. A regra é uma — durante alguns dias protegemos a crosta e a pele em cicatrização, e após o procedimento cumprimos rigorosamente a proteção solar.

  1. Crosta e toque

    não raspe

    O mais importante: não raspe nem molhe a crosta durante muito tempo. Deixe-a cair sozinha — é ela que determina se fica uma marca. Aplique o creme regenerador recomendado.

  2. Sol e solário

    SPF 50+ obrigatório

    A pele recém-cicatrizada pigmenta-se facilmente. Evite o sol e o solário, e proteja as zonas expostas com SPF 50+ durante várias semanas — é a prevenção fundamental das manchas escuras.

  3. Maquilhagem na zona

    aguarde 24–48 h

    Não aplique maquilhagem no local do procedimento durante 1–2 dias. Fora da zona do procedimento, a maquilhagem é aceitável.

  4. Sauna, piscina, banho quente

    para cicatrizar

    A sauna, a piscina e um banho quente prolongado amolecem a crosta e favorecem a infeção — evite-os até a pele cicatrizar.

  5. Desporto e transpiração

    alguns dias de repouso

    O esforço intenso e a transpiração com uma crosta recente não são aconselháveis. A atividade leve é aceitável — evite a fricção na zona tratada (por exemplo, uma mochila sobre uma crosta recente).

  6. Trabalho e dia a dia

    habitualmente de imediato

    Após a remoção de lesões pequenas, regressa ao trabalho no mesmo dia. A exceção é Plasma IQ nas pálpebras — nesse caso, preveja alguns dias para o edema diminuir.

Remoção de lesões cutâneas — eletrocoagulação (corrente HF)

Perguntas frequentes

  1. PerguntaA remoção de lesões cutâneas dói?
    RespostaAs sensações são mínimas — em lesões pequenas, é uma fração de segundo de uma leve picada ou ardor. Se necessário, aplicamos creme anestésico, sobretudo em zonas delicadas como as pálpebras.
  2. PerguntaFicará cicatriz?
    RespostaCom uma cicatrização correta — habitualmente não. É essencial não raspar a crosta e proteger rigorosamente a pele SPF 50+ após o procedimento. As lesões pequenas cicatrizam geralmente sem marca; o risco numa lesão e zona específicas será antecipado pelo médico na consulta.
  3. PerguntaQuantos procedimentos são necessários?
    RespostaA maioria das lesões pequenas (rubis, verrugas, fibromas) é removida numa única sessão. Lesões maiores ou numerosas podem exigir repetição. O plano é definido pelo médico após avaliação.
  4. PerguntaA lesão removida pode voltar?
    RespostaNo mesmo local — não. A alteração removida não volta a crescer. Com a idade podem, no entanto, surgir novos rubis ou verrugas noutros locais — é um processo natural, e as novas alterações removem-se à medida que aparecem.
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O resultado mantém-sea lesão removida não volta a crescer no mesmo localJ’adore Instytut

Informação médica. A remoção de lesões cutâneas é um procedimento de natureza médica — em J'adore Instytut é precedida de avaliação dermatoscópica, e a qualificação e o método são decididos pelo médico / dermatologista. O texto acima tem carácter informativo e não substitui a consulta nem o diagnóstico. Qualquer lesão pigmentada ou que suscite qualquer dúvida requer avaliação prévia; as lesões suspeitas são removidas cirurgicamente com exame histopatológico, e não por métodos estéticos.

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